Nunca prestei muita atenção no símbolo yin e yang, sempre aparentemente muito simples. Lembro-me da primeira vez que me deparei com ele, uma pessoa me deu de presente um difusor de essências com a forma de um yin e yang. Anos depois, olhando para mesma peça é que compreendi a dança que eles (as duas partes) realizam, unidas e separadas.
Algumas reflexões que permeiam a criação deste grupo.
Entrar para as ciências sociais me afastou por muito tempo de uma parte de minha essência. Inconscientemente fiz questão de cala-la, pois queria muito adentrar no brilhante mundo racional e científico e também por pouco compreender os meus instintos, que alguns chamam de intuição. Afinal, ser diferente é demasiado cansativo,e toda vez que as intuições vinham não era possível explica-las, então foram caladas.
Inicialmente me dei muito bem, falando sobre o funcionalismo, explicando como os processos sociais estavam por trás de tudo, podia explicar o mundo todo, ressaltando o materialismo histórico dialético, adentrando para núcleo de pesquisa e discutindo o que os grupos econômicos fazem e como fazem, nessas redes complexas de relações.
Não demorou muito tempo para os desequilíbrios aparecerem. Não há nada de errado em estudar tudo isso, o que não estava indo bem era a minha outra metade, calada e sufocada no porão do meu inconsciente. Fui atrás das pílulas, algumas para dormir, as outras para não sentir. Elas não surtiram efeito.
Percebi então que o problema era o meu meio rapto, precisava ouvir a minha outra metade.
Tudo é energia. E energia é muito sutil.
Muitas mulheres passam por situações assim, afinal, o mundo profissional, científico e racional, o mundo construído pelo patriarcalismo ocidental não nos aceita muito bem. Por vezes nos esforçamos imensamente para sermos aceitas, mudamos o nosso jeito de vestir, mover e se expressar, para um que seja aceito pelos homens, é claro. E para eles é muito fácil aceitar as mulheres, quando elas se parecem com eles, mas a essência feminina em si continuada rejeitada.
Quais as consequências de todos estes “ajustes”¿
Tendo, dentro de nós, as duas energias, feminina e masculina, ou yin e yang, no momento em que permitimos que uma prevaleça sobre a outra geramos um desequilíbrio, sutil, porém intenso, que nos deixa doentes, fracas e surdas para nossa intuição.
É essa a razão para o retorno, a conexão com a mãe sagrada, com o espiritual, com o intuitivo e instintivo. Uma busca pelo equilíbrio dessas energias que nos formam, o sagrado feminino e o sagrado masculino, sem a sobreposição de um sobre o outro, mas a harmonia.
Inicialmente me dei muito bem, falando sobre o funcionalismo, explicando como os processos sociais estavam por trás de tudo, podia explicar o mundo todo, ressaltando o materialismo histórico dialético, adentrando para núcleo de pesquisa e discutindo o que os grupos econômicos fazem e como fazem, nessas redes complexas de relações.
Não demorou muito tempo para os desequilíbrios aparecerem. Não há nada de errado em estudar tudo isso, o que não estava indo bem era a minha outra metade, calada e sufocada no porão do meu inconsciente. Fui atrás das pílulas, algumas para dormir, as outras para não sentir. Elas não surtiram efeito.
Percebi então que o problema era o meu meio rapto, precisava ouvir a minha outra metade.
Tudo é energia. E energia é muito sutil.
Muitas mulheres passam por situações assim, afinal, o mundo profissional, científico e racional, o mundo construído pelo patriarcalismo ocidental não nos aceita muito bem. Por vezes nos esforçamos imensamente para sermos aceitas, mudamos o nosso jeito de vestir, mover e se expressar, para um que seja aceito pelos homens, é claro. E para eles é muito fácil aceitar as mulheres, quando elas se parecem com eles, mas a essência feminina em si continuada rejeitada.
Quais as consequências de todos estes “ajustes”¿
Tendo, dentro de nós, as duas energias, feminina e masculina, ou yin e yang, no momento em que permitimos que uma prevaleça sobre a outra geramos um desequilíbrio, sutil, porém intenso, que nos deixa doentes, fracas e surdas para nossa intuição.
É essa a razão para o retorno, a conexão com a mãe sagrada, com o espiritual, com o intuitivo e instintivo. Uma busca pelo equilíbrio dessas energias que nos formam, o sagrado feminino e o sagrado masculino, sem a sobreposição de um sobre o outro, mas a harmonia.
De coração para coração.
